quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Azar tem papel mais importante que genética em surgimento de câncer





Dois terços dos casos de câncer têm como responsáveis mutações aleatórias.
Mutações danosas podem ocorrer sem uma razão específica.

O simples e velho azar tem papel importante em determinar quem contrai e quem não contrai o câncer, de acordo com pesquisadores que descobriram que dois terços da incidência de câncer de vários tipos têm como responsáveis mutações aleatórias, e não fatores hereditários ou hábitos de risco.

Os pesquisadores afirmaram nesta quinta-feira (1º) que mutações aleatórias de DNA acumuladas em várias partes do corpo durante divisões de rotina nas células são as principais culpadas por muitos tipos de câncer.
Eles examinaram 31 tipos de câncer e descobriram que 22 deles, incluindo leucemia, câncer no pâncreas, nos ossos, nos testículos, no ovário e no cérebro, podem ser explicados em grande parte por essas mutações aleatórias, essencialmente azar biológico.

Os outros nove tipos, entre eles o câncer de pele e dos pulmões, são mais influenciados por fatores genéticos e ambientais, como hábitos de risco.
Em geral, eles atribuíram 65% da incidência de câncer a mutações aleatórias em genes.
"Quando alguém contrai o câncer, as pessoas imediatamente querem saber o motivo”, disse o médico Bert Vogelstein, da Escola de Medicina da Johns Hopkins University, nos Estados Unidos. Ele participou do estudo publicado no periódico "Science" junto com biomatemático Christian Tomasetti.
“Elas gostam de acreditar que há uma razão. E a razão em muitos casos não é o fato de alguém ter se comportado mal ou ter sido exposto a uma influência ambiental nociva. É somente porque a pessoa teve azar. É perder na loteria.”

Tomasetti afirmou que mutações danosas não ocorrem devido a uma razão em particular. Ele disse que o estudo indica que mudar o estilo de vida pode prevenir certos tipos de câncer, mas pode não ser eficaz para outros.
“Logo, devemos focar mais pesquisas e recursos para descobrir maneiras para detectar esses tipos de câncer em estágios iniciais, curáveis”, disse.

Fonte:  Reuters


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Câncer de mama, amoras e um novo modo de mostrar a ciência






Projeto de doutorado da nutricionista Vanessa Cardoso Pires na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP avalia a hipótese de o consumo de extrato de amora pelos pais e pelas mães diminuir o risco de desenvolvimento de câncer de mama nas futuras filhas. A pesquisa está em andamento e tem a orientação do professor Thomas Prates Ong.




Por ser rica nos compostos antocianinas e elagitaninos, os chamados polifenóis, a amora, segundo a literatura, possui um potencial anti-inflamatório, anticarcinogênico e antiproliferativo, e “foi daí que veio a ideia de verificar se há um efeito protetor na programação fetal, ou seja, se as filhas dos pais que consumiram amora teriam algum benefício”, explica a pesquisadora.

A pesquisa intitulada Efeitos do consumo materno e/ou paterno de extrato aquoso de amora preta (Rubus spp.) na suscetibilidade da prole feminina à carcinogênese mamária quimicamente induzida, apesar de ainda estar em andamento, ganhou destaque a partir da premiação do concurso Euraxess Science Slam, no qual pesquisadores têm a oportunidade de apresentar seus projetos aos seus pares e ao público em geral de forma diferente do habitual, em um ambiente alegre e descontraído.

Ao encarnar a personagem da morte em busca de emprego, Vanessa apresentou sua pesquisa por meio de uma encenação, o que lhe rendeu o primeiro lugar entre os cinco finalistas.

Ciência vista com outros olhos

Surgido há poucos meses, o grupo GATU, cujo nome deriva da palavra tupi “nheengatu”, que significa “língua fácil de ser entendida”, é formado por Vanessa e mais dois integrantes, seus colegas do mestrado na Unifesp, Gustavo Arruda e Leonardo Parreira, e possui justamente a proposta de mostrar a ciência de uma forma diferente para as pessoas leigas, tornando-a mais palpável, dado que em geral os cientistas “falam como se as outras pessoas já tivessem um conhecimento prévio”, comenta a pesquisadora.
           
Vanessa apresentou a pesquisa por meio de uma encenação: primeiro lugar          
Assim, lançado o concurso Euraxess, o grupo se mobilizou para inscrever a pesquisa de Vanessa. Os trabalhos do grupo surgiram nas palestras que haviam planejado dar individualmente. Versando sempre sobre os assuntos acadêmico-científicos das pesquisas desenvolvidas, os pesquisadores utilizavam recursos como o storytelling, no qual o assunto abordado é desenvolvido em meio a uma história, o que permite ao espectador imergir na apresentação, despertando o seu interesse.

“A primeira vez que usei essa técnica foi em um simpósio de nutrição pediátrica no qual 80% das pessoas que estavam assistindo eram pediatras. Eu fiquei com medo porque estava trazendo uma coisa bem diferente para pessoas bastante tradicionais. Foi o momento de ver se o negócio iria pra frente. E o pessoal adorou a ideia”, relata, atribuindo o retorno positivo da platéia à interação obtida, que demonstrou o interesse do público. Muitos, inclusive, a procuraram para conversar após a exposição.

Além do storytelling, a apresentação trouxe slides nos quais não constavam palavras, mas animações, imagens e desenhos, aproximando as informações da realidade.

O grupo acredita que contextualizar e aproximar a explicação do dia-a-dia são mecanismos para atrair a curiosidade do público, especialmente porque no fim seria a isso que se prestaria a ciência.

As dificuldades, entretanto, também fazem parte da rotina dos membros do GATU em função de a ideia ser bastante inovadora no universo acadêmico. Ainda assim, Vanessa destaca a aprovação da proposta: “há uma aceitação maior entre as pessoas mais tradicionais na área do que entre as pessoas mais jovens. Acredito que porque estes estão acostumados e condicionados a respeitar as pessoas que falam mais seriamente”, conta.


Fonte:  Juliana Pinheiro Prado | Agência USP




terça-feira, 18 de novembro de 2014

Exercícios Funcionais Pós Mastectomia






Imagine passar por um ano de tratamento de câncer de mama, incluindo cirurgia, remoção de gânglios linfáticos, quimioterapia e radioterapia. O seu corpo sente-se como se estivesse estado em guerra, sob-bombardeamentos constantes. Terminada esta fase, está na hora de recomeçar a sua vida e iniciar uma dieta restrita e um programa de exercícios. Aí então, você descobre que está com linfedema.
O que é um Linfedema?

O linfedema é a retenção localizada de fluidos, provocada por um bloqueamento do sistema linfático. No caso de pacientes com câncer de mama, o linfedema causa inchaço nos tecidos moles do braço, mão, tronco e peito no lado da cirurgia. Mulheres que sofreram dissecação axilar ou radiação estão particularmente em risco.

Os sintomas incluem sensação de peso, dormência, fadiga e, algumas vezes, dor. As mulheres afetadas têm movimentos limitados dos braços e diminuição da força muscular, causando restrições nas suas atividades. O braço mais duro à medida que o linfedema piora.

O linfedema pode desenvolver-se meses ou anos após o tratamento de câncer, podendo ser provocado por uma infecção, movimentos repetitivos, viagens de avião, picadas de insetos, massagens vigorosas ou obesidade. Obviamente que prevenir um linfedema ou detectá-lo precocemente é melhor do que tratá-lo em estado avançado.

O Papel do Exercício Físico

Como é que o exercício pode fazer a diferença? Ao contrário do sistema circulatório, o sistema linfático não possui um bombeamento central; ele é estimulado pelas mudanças de pressão das contrações musculares ou da respiração profunda. A respiração profunda melhora o bombeamento no ducto torácico; as contrações musculares realizadas em uma sequência específica (geralmente a partir das extremidades em direção ao tronco) pode aumentar o retorno linfático. Além disso, podem ser feitos exercícios para alongar os músculos peitorais maiores e trapézio, e fortalecer os músculos do ombro. Exercícios que enfatizam a respiração profunda e flexibilidade tais como a Yoga e o Pilates, podem ser particularmente benéficos.

Aquecimento

Aquecimento adequado prepara o corpo para o exercício e abre os canais linfáticos. O aquecimento pode incluir:
Respiração profunda.
Rotações do pescoço.
Protração e retração dos ombros (levar os ombros para frente e para trás).
Rotação desenhando círculos com os ombros
Exercício Cardiovascular

É recomendado 20 a 30 minutos de exercício aeróbico, como caminhada ou natação, de 3 a 5 vezes por semana.

Treino de Força

O treino de força na área afetada tem sido um assunto controverso. Tente fazer os exercícios com calma e siga as instruções abaixo:

Sempre inicie com aquecimento antes de começar o treino de força no braço afetado.
Observe a resposta ao exercício. Fique atenta a qualquer inchaço na área, o qual poderá indicar que a carga ou o número de repetições está muito alto, ajustando então o programa de acordo com essa resposta.
Use uma luva de compressão (geralmente prescrita pelo fisioterapeuta).
Concentre-se nos músculos dos ombros e das costas, incluindo o deltóide, serrátil anterior, trapézio, rombóides e os músculos estabilizadores do ombro, chamados de manguito rotador, para otimizar o fortalecimento do ombro e promover vias alternativas de drenagem linfática.
Trabalhe a região abdominal para facilitar o retorno do fluxo linfático ao ducto torácico.
Para dar um descanso ao braço afetado, alterne os braços; alterne também exercícios para o tronco superior e inferior ou treine em circuito, incluindo tanto o treino cardiovascular como o treino de força.
Planeje um programa para 2 a 3 vezes na semana. Comece devagar e vá progredindo gradualmente (ex. 1 série com carga de 1 kg no primeiro dia; 2 ou 3 séries com 1kg nos segundo e terceiro dias). Ao aumentar a carga, reduza o número de séries.
Proceda da maneira usual para treinar o braço não afetado, tronco, abdominais e pernas, a não ser que a reconstrução da mama tenha sido feita utilizando o músculo reto do abdomem. Neste caso, consulte o seu médico antes de começar qualquer exercício abdominal.
Inclua exercícios de Pilates, os quais enfatizam a postura e respiração enquanto trabalham a região abdominal.
Flexibilidade

Exercícios de alongamento para os ombros, região axilar, região do músculo peitoral e grande dorsal podem ajudar a alongar o tecido cicatricial e diminuir o endurecimento axilar e a compressão do desfiladeiro torácico, aumentando o fluxo linfático. Como o tecido cicatricial continua a se formar durante 1 a 2 anos, os alongamentos devem ser feitos várias vezes ao dia, pelo menos durante um ano após a cirurgia e, preferencialmente, deve tornar-se um hábito de vida.

Minimize os Problemas enquanto Maximiza os Ganhos

O seu programa de exercícios deve ser baseado no seu historial médico, preferências e nível de atividade. A progressão no exercício deve ser feita devagar e com segurança, e sempre com o objetivo de recuperar a forma física, função e resistência.

Tipos de Exercício de Flexibilidade

Os alongamentos devem ser feitos devagar. Deve-se expirar durante a fase de esforço e manter a posição por 10 segundos, no início, aumentando gradualmente para 30 segundos após algumas repetições. Estes exercícios devem ser feitos de 5 a 10 vezes seguidas, várias vezes durante o dia.

Elevação do Ombro

Equipamento: bola ou bastão pequeno e leve.

Deite-se de costas com os joelhos dobrados, pés e costas apoiadas firmemente no chão.
Segure a bola com ambas as mãos e inspire. Expire e lentamente erga a bola acima da cabeça, mantendo os cotovelos estendidos.
Mantenha a posição até sentir desconforto, mas não dor. Respire profundamente enquanto segura a bola na altura máxima. Vá gradualmente alongando o braço afetado.

Alongamento com Bola

Equipamento: bola terapêutica.

Ajoelhe-se, com os quadris sobre os calcanhares, pernas apoiadas contra o chão e com o peso do corpo nos pés.
Coloque as mãos em cima da bola, mantendo os cotovelos estendidos e abdominais contraídos.
Lentamente role a bola para frente, com ambas as mãos para o mais longe possível, e mantenha a posição, sentindo o alongamento.
Role a bola o mais longe possível para a direita e mantenha a posição.

Role a bola o mais longe possível para a esquerda e mantenha a posição.

Fonte:  ONCOGUIA



Estudo sugere que exame de urina pode detectar HPV



Atualmente, vírus é diagnosticado pelo papanicolau, um exame mais invasivo que é recomendado para prevenir o câncer de colo do útero

HPV: Exame de urina pode ser alternativa ao papanicolau para diagnosticar vírus (SPL/SPL RF/Latinstock/VEJA)
Um simples exame de urina pode ser uma alternativa não invasiva e mais barata para diagnosticar a presença do vírus do papiloma humano (HPV), que em alguns casos pode levar o câncer de colo do útero, segundo as conclusões de uma nova pesquisa.
CONHEÇA A PESQUISA



Onde foi divulgada: The British Medical Journal
​
Quem fez: Neha Pathak, Julie Dodds, Javier Zamora e Khalid Khan

Instituição: The London School of Medicine and dentistry, Queen Mary University of London

Resultado: O exame de urina pode ser alternativa mais barata e menos invasiva para detectar HPV em mulheres.

Atualmente, os médicos recomendam o papanicolau para prevenir e diagnosticar esse tipo de câncer. Parte do exame consiste em coletar células do colo do útero e procurar pelo DNA dos diferentes tipos do vírus HPV, incluindo aqueles associados a um maior risco da doença.
Conclusões — O novo estudo, realizado na Queen Mary University of London, na Grã-Bretanha, analisou outras 14 pesquisas feitas com cerca de 1 500 mulheres que sugeriram a possibilidade de um exame de urina ser usado para detectar o HPV. Os autores concluíram que o teste, que ainda não está disponível para uso clínico, é eficaz em diagnosticar o vírus em 87% dos casos e em acertar o diagnóstico negativo 97% das vezes.
Apesar disso, estudo indicou que o papanicolau continua sendo mais eficaz do que o teste de urina. Por exemplo, a capacidade de o exame de urina detectar os tipos 16 e 18 do HPV, que são os mais associados ao câncer de colo do útero, é 27% menor do que a do papanicolau.
Leia também:


"A detecção dos HPV na urina é um método não invasivo, de fácil acesso e mais aceitável para as mulheres", escreveram os autores no artigo. Segundo eles, essa abordagem pode favorecer pacientes que, por algum motivo, são reticentes em realizar o papanicolau. Além disso, por ser mais barato, o teste é uma alternativa mais viável para diagnosticar o vírus em países mais pobres e com carências em suas infraestruturas de saúde.

Fonte:  A pesquisa foi publicada nesta terça-feira no site do periódico The British Medical Journal.  




quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Efeitos Colaterais do Tratamento do Câncer a Longo Prazo




Um efeito tardio é um efeito colateral que ocorre meses ou anos após o término do tratamento. Muitos pacientes que receberam tratamento para o câncer têm um eventual risco de desenvolver efeitos tardios. O tratamento dos efeitos a longo prazo é uma parte importante dos cuidados do acompanhamento após o tratamento.

Tipos de Colaterais a Longo Prazo

Os principais efeitos tardios causados pelo tratamento do câncer são:

Problemas Cirúrgicos

Diferentes procedimentos cirúrgicos podem causar efeitos tardios, por exemplo:
Pacientes de linfoma de Hodgkin, especialmente aqueles diagnosticados antes de 1988, muitas vezes tinham seus baços ressecados e têm um maior risco de infecções graves.
Pacientes com tumores ósseos e de partes moles podem ter sequelas físicas e psicológicas por perder todo ou parte de um membro, como sensação de dor no membro que foi removido.
Pacientes que fizeram a cirurgia para retirada de linfonodos ou radioterapia para os gânglios linfáticos podem desenvolver linfedema, que causa inchaço e dor.
Homens que tiveram os gânglios linfáticos próximos do rim, bexiga, testículos ou reto, removidos podem ter um risco aumentado de infertilidade.

Problemas Cardíacos

Estes são mais frequentemente causados pela radioterapia na região torácica ou pela quimioterapia, especialmente se forem administrados os medicamentos quimioterápicos doxorrubicina e ciclofosfamida. Pacientes com mais de 65 anos e aqueles que receberam doses mais elevadas de quimioterapia têm um maior risco de desenvolver problemas cardíacos que podem incluir inflamação do músculo cardíaco, insuficiência cardíaca congestiva ou doença cardíaca.

Converse com seu médico sobre o que está sendo avaliado regularmente no que se refere à parte cardiológica,  já que você não pode apresentar quaisquer sinais ou sintomas. Os exames de rotina para detectar danos ao coração incluem exame físico, eletrocardiograma e ecocardiografia. Todos os pacientes que tiveram câncer, especialmente aqueles que fizeram tratamento para linfoma de Hodgkin na infância, devem informar a seus médicos se sentirem dor no peito, porque isso pode ser um sinal de um problema cardíaco.

Problemas Pulmonares

A quimioterapia e a radioterapia podem causar danos aos pulmões. Pacientes que receberam quimioterapia e radioterapia (por exemplo, um paciente que recebeu os dois tratamentos para o transplante de células tronco) podem ter risco maior de lesão pulmonar. Alguns dos medicamentos que são mais propensos a causar danos nos pulmões incluem a bleomicina, carmustina, prednisona, dexametasona e metotrexato. Os efeitos tardios podem incluir:
Alteração na função pulmonar.
Espessamento da mucosa dos pulmões.
Inflamação dos pulmões.
Dificuldade na respiração.

Pacientes com histórico de doença pulmonar e idosos podem ter problemas pulmonares adicionais.

Problemas no Sistema Endócrino

Para as mulheres, a quimioterapia e a radioterapia podem danificar os ovários, provocando ondas de calor, problemas sexuais, osteoporose e menopausa precoce.

Homens e mulheres que fazem radioterapia na região da cabeça e pescoço podem ter níveis mais baixos de hormônios ou alterações da glândula tireoide, e ambos terem um risco aumentado de infertilidade devido ao tratamento do câncer.

O seu médico pode solicitar exames de sangue para verificar seus níveis hormonais, e estes devem ser feitos regularmente para ex-pacientes de câncer que têm um risco de alterações hormonais devido ao tratamento. Às vezes, medicamentos ajudam a que os níveis de hormônios voltem ao normal.

Problemas Ósseos, Articulações e Tecidos Moles

Ex-pacientes de câncer que receberam quimioterapia, medicamentos esteroides ou terapia hormonal e que não são fisicamente ativos podem desenvolver osteoporose ou dor nas articulações.

Você pode diminuir o risco de osteoporose não fumando, mantendo uma dieta rica em alimentos ricos em cálcio e vitamina D, praticando atividade física regularmente e limitando a quantidade de álcool ingerida.

Problemas com Nervos, Medula Óssea e Cérebro

A quimioterapia e a radioterapia podem causar efeitos colaterais no cérebro, medula espinhal e nervos a longo prazo. Estes efeitos tardios podem incluir:
Perda de audição devido as altas doses de quimioterapia, especialmente com cisplatina.
Risco de AVC, para aqueles que receberam altas doses de radioterapia no tratamento de tumores cerebrais.
Efeitos colaterais sobre o sistema nervoso, como neuropatia periférica.

Check ups regulares, exames de audição e raios X devem ser realizados após o término do tratamento para verificar esses efeitos tardios.

Dificuldade de Aprendizagem, Memória e Concentração

Quimioterapia e altas doses de radioterapia na cabeça podem causar problemas de concentração, memória e de aprendizagem, tanto para crianças, como para adultos.

Ex-pacientes que sofrem de algum desses problemas devem conversar com seu médico.

Problemas de Visão e Dentário

Os ex-pacientes de câncer devem fazer visitas regulares com dentista e oftalmologista. Dependendo do tipo de tratamento realizado esses pacientes podem apresentar problemas como:
A quimioterapia pode afetar o esmalte dos dentes e aumentar o risco de problemas dentários a longo prazo.
Altas doses de radioterapia administrada na região da cabeça e pescoço pode alterar o desenvolvimento dos dentes, causar doenças da gengiva e diminuir a produção de saliva, provocando boca seca.
Medicamentos esteroides podem aumentar o risco de problemas oculares, como catarata.
Quimioterapia, radioterapia e cirurgia podem afetar a forma como uma pessoa digere seu alimento. A cirurgia e/ou radioterapia na região abdominal pode provocar dor crônica no tecido cicatricial e problemas intestinais que afetam a digestão. Enfim, alguns pacientes podem ter diarreia crônica, que reduz a capacidade do seu organismo de absorver nutrientes.
Um nutricionista pode ajudar os pacientes que não estão recebendo nutrientes suficientes ou estão abaixo do peso por causa da má digestão.

Dificuldades Emocionais

Ex-pacientes de câncer muitas vezes experimentam uma variedade de emoções positivas e negativas, incluindo alívio, um sentimento de gratidão por estar vivo, medo da recidiva, raiva, culpa, depressão, ansiedade e isolamento.

Os ex-pacientes e cuidadores, familiares e amigos também podem apresentar episódios de estresse pós-traumático. A experiência pós-tratamento de cada pessoa é diferente. Por exemplo, alguns pacientes lutam com os efeitos emocionais do câncer, enquanto outros dizem que eles têm agora uma nova perspectiva de vida devido à doença.  Em caso de necessidade procure um psicólogo ou um pisco-oncologista para diagnóstico e tratamento efetivos do problema.

Cânceres Secundários

Um câncer secundário é um tipo diferente de câncer que surge após o diagnóstico inicial de câncer. Os ex-pacientes de câncer têm um risco aumentado de desenvolver um novo câncer. A quimioterapia e a radioterapia podem danificar as células estaminais da medula óssea e aumentar a possibilidade de qualquer mielodisplasia ou leucemia aguda. Converse com seu médico sobre como reduzir o risco de um câncer secundário e como estar atento a quaisquer sinais ou sintomas.

Fadiga

A fadiga é o efeito colateral mais comum do tratamento de câncer, e que muitas vezes persiste após o término do tratamento. A fadiga pode ser causada pelos efeitos colaterais de tratamento ou pode não ter nenhuma causa conhecida.

Perguntas para seu Médico

Quando estiver finalizando o tratamento, converse o máximo possível com seu médico sobre os potenciais efeitos a longo prazo de seu tratamento.

Fonte:  ONCOGUIA



terça-feira, 24 de junho de 2014

Tumores da Coluna Vertebral após Câncer de Mama





Câncer de mama afetou cerca de 2,5 milhões mulheres nos Estados Unidos a partir de 1 de janeiro de 2006, as estatísticas mais recentes disponíveis de acordo com o National Cancer Institute. Às vezes, o câncer não fica no peito mas metastatiza para a coluna vertebral, onde resulta em crescimentos anormais ao longo da espinha. Cinco por cento dos pacientes com câncer, mais comumente, aqueles com mama, próstata e câncer de mieloma múltiplo, tem seu câncer metástase na coluna. Às vezes na coluna tumores podem pressionar ou deslocar a medula espinhal adjacente, se eles são grandes, de acordo com o estado de Ohio University Comprehensive Cancer Center, Hospital do câncer de James e Solove Research Institute. Sessenta por cento dos tumores da coluna vertebral ocorrem nas vértebras da região torácica, enquanto 20% ocorrem na região cervical e 20 por cento na região lombar, de acordo com o Instituto americano do câncer de cérebro. 20 A 25 por cento dos pacientes de câncer de mama pode ver o câncer metástases para o SNC. Aqueles podem ocorrer como tumores cerebrais, tumores da coluna vertebral ou metástases fluidos espinhais e estão geralmente associados uma acumulação anormal de fluido, ou edema.

Sintomas

A dor é apreciado em mais de 80 por cento dos tumores da coluna vertebral. A dor pode piorar apesar do tratamento e ser acompanhada de fadiga ou peso perda. Pode ser pior à noite e não relacionadas à atividade física. Dor pode atropelar as pernas ou o doente pode perder o controle do intestino ou da bexiga. Fraqueza muscular e perda de sensibilidade são outros sinais. Caroços, inchaços e toupeiras em qualquer lugar no corpo podem ser outras pistas, de acordo com Back.com.

Uma onça da prevenção

Às vezes câncer pode ser evitado por não fumar, manter uma dieta saudável rica em frutas e legumes e pobre em carnes vermelhas e processadas, fazer exercícios regularmente, evitando a exposição a produtos químicos e radiação e limitar a exposição ao sol, mas há pouco uma pessoa pode fazer sobre uma história familiar de câncer de mama ou ovários.

Diagnóstico

Tomografia computadorizada ou ressonância magnética (MRI) varreduras com realce de contraste, raio-x e exames de líquor, amostras de sangue, urina e fezes são usadas para diagnosticar Estes cancros da coluna vertebral, segundo a associação americana de Tumor cerebral. Fluido espinhal é obtido através de uma punção lombar.

Tratamento

O médico tem como base recomendações para tratamento na localização do tumor e se as células cancerosas invadiram o fluido espinal, segundo a associação americana de Tumor cerebral.

O tratamento usual é a radiação seguida de quimioterapia, e às vezes os médicos recomendam a cirurgia, de acordo com a associação, acrescentando que a terapia hormonal pode ajudar para câncer de mama e próstata.

Fonte:  ONCOGUIA



Mudança na Vida Sexual quando se faz Quimioterapia e Radioterapia







Um dos problemas mais importantes na vida das pacientes de câncer de mama é, provavelmente, a mudança na vida sexual. Você pode não perceber exatamente o que mudou, ou o por quê de ter mudado, mas com certeza percebeu que alguma coisa está diferente.

Muitas mulheres dizem que diminuíram sua atividade sexual depois do diagnóstico, por várias razões:

O câncer de mama desacelera o ritmo das mulheres.
O sexo pode ser desconfortável, ou mesmo doloroso, se você entrar na menopausa subitamente, como consequência da quimioterapia. Muitas mulheres mencionam que quase não fizeram sexo durante o período entre o diagnóstico e o fim do tratamento.
Ajuda de um Profissional

Nem todos os médicos e enfermeiros ficam a vontade para discutir questões sexuais. A maioria dos médicos não costuma perguntar sobre sua vida sexual e os pacientes não costumam discutir sua vida amorosa com um médico que não tenha aberto o diálogo para isso.

Em todo caso um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-la a iniciar a comunicação com seu parceiro e conversar sobre sua intimidade e as questões sexuais.

Um grupo de apoio pode ser mais útil do que você imagina. As mulheres que participam destes grupos muitas vezes compartilham experiências e conselhos, incluindo formas de aumentar o prazer sexual especificamente para àquelas que tiveram câncer de mama ou que já se encontram na menopausa devido ao tratamento.

Satisfazendo as Necessidades de outras Formas

A maioria dos casamentos enfrentam problemas, que muitas vezes são deixados de lado. Uma relação a dois deve ser administrada diariamente e, as coisas boas devem superam as ruins. Mas, às vezes, você pode achar que o câncer de mama evidenciou os problemas em seu casamento. Neste momento você deve se perguntar: "Posso viver com esses problemas?” Pense seriamente nas suas necessidades e como satisfazê-las.

Outras formas para atender às suas necessidades:

Leia mais. A fantasia pode enriquecer a sua vida.
Saia mais com seus amigos. Faça caminhadas no parque, compras ou simplesmente viaje com eles.
Comemore aniversários e datas importantes.
Dedique-se a atividades comunitárias.

Fonte:  ONCOGUIA


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Dicas importantes para quem está fazendo quimioterapia e radioterapia e necessita aumentar a imunidade





Tenho passado pelo processo de quimioterapia e como é sabido, uma das coisas mais comuns nesse tratamento é a imunidade baixar a cada sessão e a anemia crescer.
Uma vez, o pediatra do meu filho disse  que o melhor remédio para qualquer doença é uma boa alimentação e hoje estou vendo isso no meu próprio caso.
Tenho uma nutricionista, que me acompanha há 3 anos e sempre dá dicas valiosas a mim, infelizmente nem todas estou conseguindo seguir, como por exemplo a carne vermelha.  Sempre adorei comer carne vermelha, um filé mignon era tudo de bom no meu prato e agora, que estou precisando comer a tal carne vermelha, porque não há alimento mais poderoso para combater a minha anemia, que está violenta, do que carne vermelha.  Nem feijão, nem as folhas, nada disso substitui a carne vermelha para o combate da anemia.  O valor nutricional é muito maior em ferro do que qualquer outra carne, grãos ou vegetal.   E aí o que aconteceu? Não estou suportando ver e nem sentir o cheiro de carne vermelha, pode? Na quimioterapia vermelha, a que agride mais o aparelho digestivo, passei comendo arroz papa com cenoura ralada bem cozida e peito de frango cozido, era o que parava no meu estômago e intestino, além da banana e maçã e leite sem lactose.  Comia o shitake, que ela pediu que comesse todos os dias (estou dando um tempo porque também enjoei), para aumentar a imunidade também, além da geléia real em jejum, isso eu consegui fazer e também tomar um  yakult antes de dormir. Todas essas dicas eu venho cumprindo mas a carne vermelha...nem pensar.  
Agora, estou na quimio branca, os sucos dependem de como está o aparelho digestivo, aí eu vario nas folhas e dois tipos de frutas, como recomendou a nutricionista. Essa agride menos o aparelho digestivo, mas em compensação acabou com meu aparelho respiratório, até asma eu adquiri nesse processo da branca.  É mais violenta do que a vermelha, pq a vermelha era feita de 21 em 21 dias e dava tempo de recuperar para a próxima quimio.  Agora meus amigos, a branca é uma vez por semana, ela não dá tempo para nada e ainda tivemos que aumentar a dosagem do corticóide, por conta das muitas alergias que fui adquirindo a cada sessão da mesma e com isso, a imunidade baixou e a anemia aumentou, mas graças às dicas nutricionais da minha nutricionista e de uma vitamina que acho, sem ela eu teria adiado algumas sessões, não precisei até o momento perder nenhuma sessão do tratamento e se Deus quiser, brevemente terminaremos a quimio e partiremos para a radio e a hormonioterapia.
Então é isso, o segredo é uma boa alimentação, adequada para o seu tratamento, todos os dias se possível usar a geléia real em jejum, comer shitake todos os dias, se der comer carne vermelha todos os dias e tomar o yakult antes de dormir, para refazer a flora intestinal. 
A vitamina, que no meu caso está sendo fundamental, é o VITERGAN ZINCO PLUS.  Essa vitamina é anti-oxidante e a indicação é para aumentar a imunidade.  Serve para todos que estão fazendo quimioterapia, mas se tiverem dúvida, consultem seus médicos.  Desde que me foi indicado o VITERGAN, venho usando todos os dias e até agora, mesmo com a imunidade baixa, estou conseguindo levar o tratamento sem precisar adiar qualquer sessão da quimio.  
Na Radioterapia, o processo é o mesmo, há que se ter imunidade suficiente para as sessões, pois a radio exige muito mais do que a quimio fisicamente.
E por falar em Radioterapia, vou deixar aqui uma super dica caso vocês tenham alguém na família, amigos ou mesmo vocês, que vão começar o tratamento.  A radio seca a pele, ela seca por dentro as células cancerígenas e vai secando o que vier pela frente, então, no local e perto da área a ser tratada na rádio, é importante que se faça uma hidratação diária para que fiquemos mais protegidos das dolorosas queimaduras e aí é que entra a dica: se você tiver um amigo, ou for viajar à França, ou tiver como importar pela internet, vale a pena adquirir um creme medicinal, que é feito na França, não sei se na União Européia vende o produto, eu graças a Deus consegui que uma amiga comprasse para mim e estou com ele aqui para quando chegar o momento, na França custa apenas 7euros, acho que se importar, ficará bem mais caro.  Esse creme é justamente para a radioterapia, está especificado na bula que é indicado para as queimaduras da radio.
O nome do creme medicinal é BIAFINE emulsion (trolamine) e deve ser usado 10 dias antes da radio e seguir usando no tratamento também. 
Tanto para homens e mulheres que estejam por fazer a radio, o creme é indicado. 
Bom, aqui ficam as minhas dicas e espero que sejam úteis para quem necessitar.

Helena Estephá


terça-feira, 15 de abril de 2014

Estudo dos EUA apresenta novo tratamento contra câncer de mama





Um tratamento experimental de um laboratório americano atrasou a evolução de um câncer de mama avançado, indicou um ensaio clínico publicado no fim de semana nos Estados Unidos.
Um novo agente, o palbociclib, administrado com outro medicamento contra o câncer já à venda, o Femara (Letrozol), conteve a evolução de um tumor durante uma média de 20 meses. No grupo de pacientes tratados somente com Femara, foram apenas dez meses.
A pesquisa foi apresentanda no domingo, em um congresso da Associação Americana de Pesquisa sobre a Câncer, reunida em San Diego, na Califórnia. Ao todo, 165 mulheres participaram do estudo.
"Esses dados demonstram que o palbociclib pode resultar em um avanço importante no tratamento de mulheres com esse tipo de câncer agressivo", anunciou em um comunicado Mace Rothenberg, encarregada de pesquisas clínicas da Pfizer, responsável pelo estudo.
O novo tratamento atua contra algumas proteínas, chamadas CDK 4 e 6, e pode ajudar cerca de 80% das mulheres com câncer de mama hormonosensível, o tipo mais comum, segundo o estudo. Essas proteínas (cinases dependentes de ciclinas) contribuem para a divisão de células cancerígenas e impulsionam o crescimento do tumor.
Comparado com o tratamento tradicional, o ganho de sobrevida geral foi de 4,2 meses (12%), alcançando 37,5 meses em pacientes tratados com palbociclib, e 33,3 meses no grupo de controle.
Essa diferença não foi considerada estatisticamente significativa. Mas, segundo a empresa, ainda é cedo para obter números que reflitam os efeitos desse tratamento na expectativa de vida.

A Pfizer esperar obter o aval da agência americana reguladora de medicamentos e alimentos (FDA, na sigla em inglês). O palbociclib é também objeto de uma pesquisa para tratar outros cânceres avançados, como o tumor nos tecidos conjuntivos. Se o remédio for aprovado, as vendas poderiam alcançar US$ 3,1 bilhões até 2020, segundo estimativas.

Fonte:  Bem Estar


Sua Identidade - Como você se vê?






É exatamente isso que está acontecendo amigos, por favor compreendam que não é falta de fé e nem do carinho e amizade de vcs, é uma doença que atinge nossa capacidade cognitiva, que muda totalmente nossa aparência física e emocional e eu não sou a fortaleza que gostaria de ser. Não tenho controle sobre a depressão, o que posso fazer estou fazendo, que é me tratar. O resto, só o tempo e os medicamentos se incumbirão de levar tudo que está ruim e trazer tudo que me foi tirado. Como diz a matéria, "o câncer, pelas mudanças emocionais e físicas que provoca, pode, muitas vezes, interferir na forma como o paciente percebe a si mesmo."


A sua identidade é uma combinação de como você se vê, como imagina que os outros o veem e sua experiência de vida. Antes do diagnóstico do câncer, você nunca parou para pensar que sua identidade está baseada em todos esses elementos, você apenas se permitia ser.

Pense sobre as palavras que você usa para se descrever. Talvez você pense em si mesmo como, por exemplo, um pai ou mãe, um chefe ou colega de trabalho, etc. Você é enérgico ou muito social. Ou talvez reservado e tranquilo. Algumas outras formas de ser são menos óbvias, porque simplesmente não pensamos nelas, como ser saudável ou independente. O câncer muda a forma que você acredita ser.

A Nova Identidade

De muitas maneiras, você é o criador de sua própria identidade. Após o diagnóstico você ouvirá as pessoas dizerem, se referindo a você, palavras, como "paciente com câncer" e talvez até "vítima do câncer”. Você também ouvirá as pessoas dizerem "sobrevivente do câncer" ou "guerreiro". O modo como você se vê e se sente pode influenciar a forma como os outros o veem. Você pode se sentir intimidado  com a doença, do quanto ela toma conta dos seus pensamentos e de sua autoestima. Você lutará para afirmar sua identidade para si mesmo, ao invés de permitir que a doença faça isso por você. Ler livros sobre o tema ou ainda participar de um grupo de apoio irá ajudá-lo a encontrar palavras e maneiras de pensar sobre si mesmo e o que é melhor para você.

Alterações Físicas e Identidade

Nossa sociedade é muito sensível às aparências, todo mundo é consciente sobre sua própria aparência. As pessoas tendem a assumir que uma aparência normal indica saúde e boa personalidade, estigmatizando as pessoas diferentes. Cicatrizes e sequelas podem alterar a percepção e inclusive a identidade de si mesmo.


O primeiro passo é considerar como você se vê, como é difícil se olhar no espelho, observar e aceitar as mudanças que o tratamento do câncer causaram em seu corpo. Lembre-se, ler ou compartilhar com outros pacientes seus desafios pessoais pode ser extremamente importante para seu aprendizado e aceitação do quanto a sua vida mudou e qual a melhor forma para se ajustar às essas mudanças. Isso ajuda a se concentrar no que realmente é importante para você, seus familiares e amigos. Engajar-se com outros pacientes durante o processo de lidar com as sequelas, ajuda tanto a você como a eles a tirar o melhor proveito de todas as situações.

Fonte:  ONCOGUIA