sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Sobre o câncer de ovário




O câncer de ovário é considerado o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado. A maioria dos tumores malignos de ovário só se manifesta em estágio avançado. É o câncer ginecológico mais letal, embora seja menos frequente que o câncer de colo do útero.

O câncer de ovário pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas acomete principalmente as mulheres acima de 40 anos de idade. É a quarta causa de morte por câncer em mulheres, sendo o mais letal dos tumores ginecológicos. Isso se deve ao fato de que na maioria dos casos, o diagnóstico precoce não é frequente, já que são tumores de crescimento lento com sintomas que levam algum tempo para se manifestarem.

O quadro clínico não é muito específico e pode se manifestar como dor abdominal difusa, isto é, que se espalha por várias direções, constipação, aumento de volume do abdômen e desconforto digestivo ou dispepsia.

Existem três tipos principais de tumores de ovário:

Tumores Epiteliais - Começam a partir das células que cobrem a superfície exterior do ovário. A maioria dos tumores ovarianos são tumores de células epiteliais.

Tumores de Células Germinativas - Começam a partir das células que produzem os óvulos.

Tumores Estromais - Começam a partir de células de tecidos estruturais que mantêm os ovários juntos para a produção dos hormônios femininos estrogênio e progesterona.
A maioria destes tumores é benigna e não se dissemina para além do ovário. Os tumores benignos podem ser tratados mediante a remoção de qualquer dos ovários ou a parte do ovário que contém o tumor.

Os tumores ovarianos malignos, podem se disseminar (metástase) para outras partes do corpo.

Fonte:  ONCOGUIA



Você sabia?





A ingestão excessiva de álcool aumenta as chances de ter câncer de mama 

porque altera os níveis hormonais, como o do estrogênio. 

Caso já existam células precursoras de câncer, essas taxas elevadas podem 

favorecer a multiplicação delas. Cuide-se!


Fonte:  Mulher Consciente

Não desista!





O câncer de mama metastático acontece quando as células cancerígenas
 já se disseminaram para outros órgãos. A boa notícia é que com os avanços
 nos tratamentos foi comprovada uma melhora na qualidade de vida!
 Não desista!


Fonte:  Mulher Consciente

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Fiquem atentas!





Observem! Fiquem atentas a todos esses sintomas 
a qualquer mudança no seu corpo, 
procurem um médico e orientem-se!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Lei que obriga plano de saúde a cobrir remédios contra câncer é sancionada



Foi publicada no Diário Oficial dessa quinta-feira (14) a sanção da presidente Dilma Rousseff para a lei que obriga planos e seguros privados de assistência à saúde a cobrirem os custos de medicamentos orais para tratamento domiciliar contra o câncer. Segundo o texto, a lei entra em vigor em 180 dias.

A medida já havia sido anunciada em forma de resolução normativa pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e, em seguida, foi aprovada no Congresso.

Conforme lista da ANS, os planos de saúde terão de assegurar aos seus clientes 37 medicamentos orais que são usados para 54 indicações de tratamento contra a doença.

No Congresso, o projeto, de autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), teve apoio de senadores tanto do governo quando da oposição e foi aprovado em votação simbólica. Na votação da Câmara, em agosto, recebeu algumas modificações, entre elas, a que autoriza o fracionamento por ciclo dos medicamentos, de acordo com prescrição médica.

Além disso, os deputados determinaram que os planos de saúde fornecerão os medicamentos por meio de rede própria ou credenciada diretamente ao paciente ou ao seu representante legal.

De acordo com a senadora Ana Amélia, mesmo que a resolução da ANS já trate do mesmo assunto, "é importante que a medida seja protegida por lei". "Hoje é o dia mais importante do meu mandato porque está sendo concluído um processo que diz respeito milhões de pacientes que lutam contra o câncer", disse a senadora.

Segundo Ana Amélia, atualmente cerca de 40% dos tratamentos oncológicos empregam medicamentos de uso domiciliar em substituição ao regime de internação hospitalar ou ambulatorial.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que "agora, esses medicamentos deixam de ser uma possibilidade e passam a ser um direito" dos brasileiros.

Resolução

Conforme a resolução da ANS, os remédios que terão de ser assegurados aos clientes das operadoras de saúde servem para 54 indicações de tratamentos contra a doença – o remédio Vinorelbina. por exemplo, é indicado para o tratamento do câncer de mama e de pulmão.

Quem já recebe o remédio ou tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) poderá escolher em continuar com o governo ou optar a ser coberto pelo plano.

No dia em que a resolução foi anunciada, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que reúne 31 operadoras de planos de saúde,  afirmou, por meio de nota, que a medida anunciada pelo ministério e pela ANS provoca "impactos financeiros representativos, que não podem ser medidos previamente, mas apenas com o acompanhamento da execução dos novos procedimentos, principalmente em relação a medidas mais abrangentes, como a inclusão de medicamentos orais contra o câncer para uso em domicílio".

De acordo com a federação, com a incorporação de novas coberturas aos planos de saúde, a previsão é de "crescimento das despesas assistenciais das operadoras de saúde, e os recursos que mantêm os planos vêm das mensalidades pagas pelos beneficiários".

"A inflação médica no Brasil, incrementada pela ampliação das coberturas do Rol, aumenta a distância entre os custos assistenciais das operadoras de saúde e a inflação geral de preços, que serve de referência para o orçamento de famílias e empresas", disse a nota.

Na ocasião, o presidente da ANS negou impacto no preço dos planos individuais, familiares e coletivos. Durante entrevista, André Longo afirmou que, historicamente, mudanças na lista de procedimentos e eventos não geram impactos significativos na recomposição dos preços das operadoras de saúde.

"O maior reajuste foi de 1,1%, em 2010. As empresas têm um poder de barganha em relação às operadoras. Não deve ter um reajuste abusivo. Não acreditamos que seja expressivo, muito menos abusivo", comentou.

A cada dois anos, a ANS faz uma revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. A última alteração foi em 2012.

Fonte: G1




Diferentes tipos de Câncer de Mama






O câncer de mama pode se manifestar de diversas formas, e conhecer seus principais tipos ajuda a compreender melhor o que está acontecendo. O diagnóstico positivo é sempre uma notícia impactante, mas é importante estar bem informada para conversar com o oncologista sobre as opções de terapias disponíveis e mais apropriadas para o seu caso. Há os tumores mais e os menos agressivos, e os que crescem mais ou menos rápido, por exemplo. Uma série de características vai permitir ao médico indicar o tratamento mais adequado, aquele com maior chance de trazer a cura no menor tempo possível, minimizando os riscos de recaída. Muitas vezes, porém, a paciente não fica sabendo o que significam tantos termos técnicos e quais são suas implicações, o que tende a aumentar ainda mais sua angústia nesse momento tão delicado. Não deixe de conversar com o seu médico para acompanhar todos os passos do tratamento.
Ductal Ou Lobular

As primeiras informações sobre o tipo de tumor costumam vir no resultado da biópsia, que informa se o carcinoma (que é sinônimo para câncer de mama) é ductal ou lobular, classificação que diz respeito ao local da mama onde se originou o tumor.
As mamas são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários.
O tipo mais comum é chamado carcinoma ductal, porque se origina nas células dos ductos mamários. Já o carcinoma lobular, menos comum, tem origem nas células dos lóbulos mamários.

In Situe Invasor
Além de ser lobular ou ductal, o tumor poderá ser também in situ ou invasor. Essa classificação indica se ele está contido num ponto específico da mama ou se já começou a se espalhar pelo órgão. “O tumor é revestido por uma membrana”, explica o mastologista Pedro Aurélio Ormonde do Carmo, do Hospital Câncer III, do Instituto Nacional do Câncer – Inca. “Se essa membrana não foi rompida e as células tumorais estão contidas dentro do nódulo, temos um carcinoma in situ. Se elas já atravessaram essa membrana, falamos de carcinoma invasor”, esclarece. “Todo tumor in situ, se não for tratado, tende a evoluir para invasor”, completa o especialista. Por isso, a importância do diagnóstico precoce.
O câncer de mama pode ser ainda do tipo inflamatório, que é uma forma de apresentação incomum dos carcinomas invasores. “É um tipo mais agressivo, com mais risco de metástase”, afirma Ormonde do Carmo. O carcinoma inflamatório se diferencia dos demais pelo fato de deixar a mama inchada e avermelhada, podendo a pele adquirir o aspecto de casca de laranja. Isso acontece porque as células tumorais se disseminaram pelos vasos linfáticos da pele que recobre a mama.

Receptores Hormonais
Seja ductal ou lobular, in situ ou invasivo, todos os tumores de mama devem ser testados quanto à presença de receptores para os hormônios femininos estrógeno e progesterona. Receptores são proteínas localizadas na superfície externa da célula. No caso dos receptores hormonais, sua presença indica que o tecido tumoral se prolifera em resposta a esses hormônios. “Essa informação é muito importante para o tratamento”, afirma o especialista do Inca. “Os tumores que são positivos para receptores hormonais têm melhor prognóstico, ou seja, são mais fáceis de curar”, acrescenta.
O teste avalia a presença de cada receptor separadamente. Se o resultado for positivo para algum deles ou para ambos, a paciente passa a receber, além do tratamento convencional (quimio e radioterapia, por exemplo), a chamada hormonioterapia, que impede o acoplamento do hormônio com seu receptor, retardando o crescimento tumoral. Normalmente, a medicação leva a uma interrupção temporária dos ciclos menstruais.

HER2 Positivo
Tão indispensável quanto o exame para receptores hormonais é o teste para o receptor HER2, que também é uma proteína localizada na membrana das células. “Em até 25% dos casos de câncer de mama, essa proteína aparece em excesso, indicando que se trata de um tumor mais agressivo, ou seja, o risco de recaída, após o tratamento convencional, é bem maior”, explica o oncologista Aman U. Buzdar, oncologista do MD Anderson Cancer Center, da Universidade do Texas, que esteve em São Paulo em 2009 para um congresso organizado pelo Hospital A. C. Camargo.
Tal como os receptores hormonais, a positividade para HER2 implica no uso de uma medicação específica que se somará ao tratamento e cujo objetivo também é bloquear o receptor, diminuindo a velocidade de crescimento do tumor. Segundo Buzdar, nos casos em que a doença está em estágio inicial, o tratamento específico pode reduzir o risco de recorrência da doença em até 50%. “É importante que a paciente cobre do médico o teste de HER2”, completa o especialista.

Triplo Negativo
Um tumor de mama pode ser positivo para estrógeno, progesterona e HER2. Ou pode ser positivo apenas para um ou dois desses receptores. Ou pode, ainda, ser negativo para todos eles, o que os oncologistas chamam de tumor triplo negativo. “São tumores mais agressivos”, afirma Ormonde do Carmo. “Como não há um receptor para atacar com medicamentos específicos, o tratamento é mais difícil”, acrescenta. Por outro lado, essas pacientes respondem melhor à quimioterapia.

Fonte:  Mulher Consciente

Todo Câncer Pode Ser Curado em Semanas - explica Dr Leonard Coldwell (lege...

domingo, 17 de novembro de 2013

O que é o HER2 positivo?





HER2 é forma agressiva de câncer de mama.
Segundo estudos clínicos, um câncer mais agressivo de mama, atinge cerca de 25% das pacientes. O HER2 positivo, como é chamado, é um tumor que tem como característica uma proteína encontrada em excesso na superfície de células. Sua evolução é muito rápida e ainda não há cura para o problema.

Atualmente, especialistas discutem a doença e chamam a atenção para a importância de exames de diagnóstico específicos (imunohistoquímica, realizado na amostra de tumor que é extraída da paciente) para detectar a presença deste tipo de câncer de mama.

“O não reconhecimento da existência deste tipo de anormalidade pode levar a uma conduta terapêutica equivocada, que poderá reduzir as chances no sucesso do tratamento e, em última análise, podendo até mesmo comprometer a sobrevida das pacientes”, informa o oncologista Artur Katz.

Segundo Katz, se o exame da paciente indicar HER2 negativo, o tumor deve ser tratado de forma clássica, o que pode incluir hormonioterapia (emprego de hormônios naturais ou sintéticos com fins terapêuticos) e quimioterapia (administração de um produto químico com a finalidade de curar ou impedir a progressão da doença), conforme a situação e as características da paciente.

“No caso de HER2 positivo, a mulher pode ser medicada com uma substância (anticorpo monoclonal) que age especificamente no receptor HER2. Trata-se de Herceptin (trastuzumab), um medicamento inteligente que pode ser utilizado sozinho (monoterapia) ou combinado com agentes quimioterápicos”, ressalta o oncologista.

Herceptin
Desenvolvido a partir de biotecnologia, em uma parceria da Roche com o laboratório Genentech, o Herceptin (trastuzumab) age exatamente no receptor HER2, neutralizando seus efeitos e evitando sua evolução. Essa droga vem sendo adotada como primeira linha terapêutica para cânceres metastáticos por sua eficácia e pela baixa incidência de efeitos colaterais.

A quimioterapia debilita o organismo e não alcança resultados imediatos. Já o Herceptin (trastuzumab) pode apenas provocar efeitos leves durante a infusão, como de uma gripe (por isso são chamados de flu-like) Efeitos como queda de cabelos ou diminuição das células de defesa, comuns com os quimioterápicos habitualmente utilizados, não ocorrem com o Herceptin (trastuzumab).

Dados sobre câncer de mama
• Segundo dados do INCa (Instituto Nacional do Câncer), no Brasil são registrados cerca de 36 mil novos casos de câncer de mama por ano e 9,11 mil óbitos por conta da doença.
• De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), houve um aumento significativo da doença nos últimos 20 anos
• Em 1975, registravam-se 500 mil casos no mundo e, em 2001, o número saltou para 900 mil.
• O crescimento do número de mortes nos últimos três anos é atribuído em grande parte ao diagnóstico tardio e, muitas vezes, pouco preciso da doença.
• No Brasil, 65% dos casos são descobertos em fase avançada; as chances de cura são de 90% quando há detecção precoce.

Fonte: Laboratório Roche





sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O que é o FISH?




Depois da minha cirurgia, precisei fazer um outro exame, um teste chamado FISH.
O que significa isso e qual a importância desse exame no meu tratamento de quimioterapia?
Simplesmente é o mais moderno método de Patologia Molecular para detectar alterações genéticas, que podem ser importantes para o prognóstico e orientação terapêutica de um grande número de tumores.
O FISH pode ser empregado em biópsias, peças cirúrgicas e utilizado na histopatologia para fins diagnósticos e de pesquisa científica.
Ele é considerado "padrão ouro" em exames de patologia molecular, pois outros métodos, quando comparados ao FISH possuem possibilidade de resultados falso-negativos em 2 a 5% dos casos.
A pesquisa de amplificação do gene HER2 auxilia na seleção de pacientes com adenocarcinoma de mama, que podem ser beneficiados com tratamento imunoterápico baseado na injeção de anticorpos anti HER2. A imunoterapia é um tipo de terapia-alvo, já que este anticorpo de uso medicamentoso ataca e mata somente as células tumorais que exibem grandes quantidades deste receptor como consequência da amplificação do gene HER2. A principal indicação do exame de FISH HER2 são os casos "duvidosos" no exame de imuno-histoquímica.  E é aí que eu entro, o resultado do meu exame de imuno-histoquímica foi "duvidoso" quanto à HER2, portanto deve ser confirmado pelo exame de FISH ou não. Caso seja positivo, haverá o indicativo para a imunoterapia.  Pacientes com neoplasias porém com resultado negativo no FISH, não se beneficiam do tratamento imunoterápico, já que não possuem o alvo terapêutico adequado.  Pesquisadores afirmam que há casos com exame imuno-histoquímico negativo para HER2 e com exame de FISH positivo, ou vice-versa e que estes pacientes não receberiam ou não seriam beneficiados pela imunoterapia se fossem submetidos à abordagem convencional de exames em 2 etapas:  imuno-histoquímica inicial, seguida de FISH somente nos casos duvidosos.
Portanto, fique atento quanto ao seu diagnóstico.  Se seu caso for igual ao meu, resultado "duvidoso" para HER2, exija do seu plano de saúde que ele pague o exame FISH.  Eu não consegui e tive que fazer com meus próprios recursos, porém, estou pedindo reembolso, porque a AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE determina que os testes genéticos devem ser cobertos pelos planos de saúde e pelo SUS e este é o meu caso, o FISH é um teste genético e  deve ser pago pelo meu plano. 

Fonte:  Laboratório Fontes

Teste genético consegue identificar sete classes do câncer de mama




Novo teste consegue identificar sete classes do câncer de mama

A novidade, que pode estar disponível em dois anos, é mais um passo na direção do sonho da medicina personalizada.
Pesquisas anteriores revelaram que o câncer de mama pode ser dividido em 10 diferentes formas da doença com base na constituição genética de um paciente. O problema é que a identificação destas formas só pode ser realizada através de caracterização genética detalhada, um processo caro e complicado.

Agora, uma equipe liderada pelo pesquisador Andy Green, desenvolveu um método que identifica 10 proteínas-chave de sete diferentes tipos biológicos de câncer de mama.
Segundo os cientistas, o novo teste poderia ser um passo no sentido de tornar realidade o sonho da medicina personalizada. 
Com as opções de tratamento disponíveis para o câncer de mama e o aumento do número de pacientes, a tomada de decisão quanto à escolha do método de tratamento mais adequado é cada vez mais complexa. A melhoria no atendimento e nos resultados para os pacientes com câncer de mama envolve o foco de terapias eficazes e customizadas," disse o Pesquisador
Ele acrescentou que "igualmente importante deve ser a melhoria das estratégias paralelas para evitar tratamentos desnecessários ou inadequados que trazem sérios efeitos colaterais."

Fonte:  R7