quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Câncer de Pâncreas


Taxa de mortalidade por câncer de pâncreas é cinco vez maior ...

O câncer de pâncreas é considerado um dos tipos mais letais da doença entre os brasileiros, sendo que os tratamentos existentes nem sempre são efetivos. Agora, um remédio inovador que acaba de ser aprovado nos Estados Unidos e deve começar a ser vendido nas próximas semanas promete impedir o avanço do tumor.
Os estudos foram comandados pela Merrimack Pharmaceuticals e incluíram diversos parceiros ao redor do mundo para testar a droga. Entre eles, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), onde o medicamento apresentou resultados animadores. Para se ter uma ideia, após 12 semanas de uso, 57% dos pacientes tratados com a nova droga continuavam vivos, contra 26% dos que permaneceram recebendo o tratamento convencional.
Batizado cientificamente de MM-398, o medicamento representa uma maneira mais inteligente de usar a quimioterapia, tendo sido desenvolvido para romper com uma barreira celular formada pelo tumor cancerígeno, já que a doença é responsável também pela formação de células fibrosas em volta do tumor. Com a ajuda da nanotecnologia, o tratamento usa uma espécie de bolinha onde são colocadas partículas do medicamento. É dentro dessa esfera que o remédio entra na circulação, sendo liberado apenas próximo ao tumor.O câncer de pâncreas não costuma dar sintomas quando está no início. No entanto, há alguns sinais de alerta, como: 
 
 Pele amarelada (icterícia) e sangramento no estômago ou intestino são os dois sintomas graves mais associados ao diagnóstico de adenocarcinoma ductal pancreático (ADP), o tipo mais comum de câncer de pâncreas, e nos tumores neuroendócrinos pancreáticos (TNE-P), a forma mais rara de câncer pancreático. Além disso, os pesquisadores identificaram a sede e a urina escura como sintomas previamente desconhecidos para ADP.  
  • Pele amarelada
  • Urina escura (colúria);
  • Fadiga;
  • Falta de apetite;
  • Perda de peso;
  • Dor em abdômem superior e costas.

Apesar dos avanços, ainda não há prazo para que o medicamento seja liberado no Brasil – antes disso, a substância ainda precisa ser encaminhada para registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Fonte:  por Redação Hypeness
@hypenesscombr


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